Unipar investe R$ 15 milhões em projetos sociais para 900 mil pessoas

O valor dedicado a projetos sociais aumenta ano a ano. Foram R$ 7 milhões em 2021 e R$ 11 milhões no ano passado

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Produtora de dois insumos básicos para o saneamento (cloro e PVC), a Unipar traz na essência do seu negócio um olhar para a sustentabilidade e para o desenvolvimento humano. 

A universalização do saneamento, que a empresa contribui ativamente para promover, tem impactos relevantes para a saúde além de garantir aos cidadãos um direito básico.

Com o objetivo de amplificar seu impacto na sociedade para além do seu negócio principal, a Unipar tem investido sistematicamente em projetos sociais. 

Em 2023 a empresa prevê destinar cerca de R$ 15 milhões para mais de 40 iniciativas que devem impactar positivamente 900 mil pessoas. 

 

O valor dedicado aos projetos sociais tem aumentado ano a ano. Foram R$ 7 milhões em 2021 e R$ 11 milhões em 2022. 

Mauricio Russomanno, CEO da Unipar, explica que a “revolução na democratização do saneamento básico a partir do novo marco do saneamento” coloca para a empresa o desafio de atuar como agente de fomento de projetos sociais neste tema.

Como exemplo, Russomanno fala sobre um projeto piloto feito com a ONG Bairro da Juventude, na cidade de Criciúma, em Santa Catarina.

A ONG passou a aproveitar o material orgânico que iria para o lixo para a produção de gás e adubo por meio de um biodigestor. 

Participação ativa da comunidade

Suzana Santos, responsável pela área de comunicação e também de projetos sociais na companhia, fala como se dá a seleção das iniciativas. “Fazemos uma escuta ativa, buscando entender o que as comunidades que impactamos precisam”, diz. 

Ela explica que essa escuta se dá por meio dos Conselhos Comunitários Consultivos (CCCs), entidades que têm entre 20 e 30 participantes voluntários, incluindo funcionários, agentes públicos e membros das comunidades onde as unidades da empresa estão inseridas. 

A Unipar tem fábricas em Santo André e Cubatão, no estado de São Paulo, e em Bahía Blanca, na Argentina. Cada uma conta com seu próprio CCC. 

Os integrantes dos CCCs se reúnem mensalmente com a companhia para conversar sobre demandas e ideias para a região.

Para Russomano, ouvir as pessoas faz com que a Unipar estabeleça um “pacto duradouro de confiança, transparência e de desenvolvimento sustentável com as comunidades”.

Diversidade de projetos

Os projetos selecionados neste ano são desde fundos para apoiar adolescentes e idosos em situação de vulnerabilidade até o financiamento de peças de teatro. 

“Buscamos atividades que tenham escala e atinjam o máximo de pessoas, mas também financiamos projetos de menor porte, como oficinas e escolas de esportes, se eles forem importantes para as pessoas que vivem no entorno das fábricas”, diz Santos.

Ela destaca algumas das iniciativas, como a parceria com o Espaço Cultural Teatro do Kaos, em Cubatão, que promove cursos e peças teatrais, e o projeto Mempodera, voltado à conscientização de meninas e adolescentes e sobre temas como violência de gênero, autoestima e igualdade.

A Unipar também é uma das mantenedoras do Projeto Pescar, que já formou mais de 35 mil jovens em quase 30 anos de história e conta com o apoio de outras diversas empresas e organizações.

O curso da Unidade Pescar Unipar oferece formação que inclui noções de cidadania, preparação para inserção no mundo de trabalho e iniciação técnica em produção industrial.

Cultura

A empresa é doadora de recursos para instituições como o Museu Catavento, Museu de Arte Moderna (MAM), Museu da Imagem e do Som (MIS) e Museu de Arte de São Paulo (MASP), todos na capital paulista, além do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

“Preservar a memória é importante para a formação das pessoas”, diz Suzana Santos.

Outro projeto importante para a companhia é a Casa Geyer, que está sendo restaurada e, após sua abertura ao público, irá expor a história da família fundadora da Unipar.

O casal Maria Cecilia Geyer e Paulo Geyer doaram sua coleção com mais de 4 mil obras de artes e documentos históricos ao Museu Imperial de Petrópolis.

A casa fica no bairro de Cosme Velho, região tradicional que faz parte do circuito turístico no Rio de Janeiro. 

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